Durante o III Pin Pin de Literatura Edgard Cavalheiro, quatro livros serão lançados por autores Pinhalenses. Dedicando seus últimos trabalhos para o público infantil, o autor José Geraldo Motta Florence lança o livro Meus Bichos (Skoob), que narra, entre outras coisas, momentos marcantes do autor com seus “bichinhos”.
O jornalista Alexandre Staut, autor do livro Jazz Band na Sala da Gente, lança seu segundo romance, Um Lugar para se Perder (Skoob), livro que promete envolver o leitor do início ao fim.
Após algumas edições, a Antologia Literária Pinhalense chega em seu quinto volume e mostra o talento dos autores “da casa” em contos, crônicas e poesias exclusivas.
A grande inovação fica por conta de Pinhal – A História de Nossa Cidade, um DVD produzido por Luiz Cláudio Campos. Nessa obra simples, porém rica em conteúdo, o autor mostra de uma forma diferente toda a história da cidade fundada por Romualdo de Souza Brito em 1849, explorando inclusive os índios que aqui viviam e os primeiros anos da cidade.

Antologia Literária Pinhalense
Lançamento Original: 2012
ISBN: -
Autor (a): Vários Autores
Tradução: -
Páginas: -
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Sinopse:
Teve sua primeira edição em Julho de 2004. A ideia surgiu após uma conversa informal entre o escritor Lázaro Cabral e o amigo, e também escritor, Marcos Alberto Salvi. Visando suprir a falta de espaços para publicações dos trabalhos amadores do escritores Pinhalenses e também a falta de um evento específico voltado para a literatura é que surgiu esse importante e fantástico projeto.
Cabral deu seguimento a ideia e convidou 53 escritores para compor o primeiro volume, intitulado Antologia Literária Pinhalense Vol. I “Palavras sobre a vida e suas sentimentalidades”. Nos anos seguintes a ALP consolidou-se como importante evento, sendo esperada pelos escritores participantes da edição anterior e por novos que também acreditaram no potencial do projeto.
A ALP ficou adotada como evento principal da literatura Pinhalenese quando em 2007 passou a ser parte do calendário cultural do munícipio.

Meus Bichos
Lançamento Original: 2011
ISBN: 9788571133679
Autor (a): José  Geraldo Motta Florence
Tradução:
Páginas: 74
Preço: R$20,00
Onde Comprar? Cia. dos Livros
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Sinopse:
Somente o amor pode derrubar muros, transpor fronteiras e guardar como tesouro um longo passado que contado torna-se presente na vida de quem conta e de quem lê. Este livro é o resultado de muitas experiências vividas na esfera do amor à natureza, particularmente aos animais. A obra traz alegres momentos: nascimentos, peripécias e situações inusitadas entre os bichinhos e o autor, como também doenças e mortes, inexoravelmente, inevitáveis a todo ser vivo. Os capítulos mostram a realidade da vida de forma natural e sem traumas intransponíveis, onde a saudade é benéfica ao coração humano. A linguagem trabalhada com inversões sintáticas do autor nonagenário é uma grande oportunidade à nova geração no desenvolvimento do raciocínio e interpretação textual de diferentes épocas. Meus Bichos é uma ótima oportunidade para iniciar em leitores mirins o conhecimento que proporciona valorizar os malabarismos gramaticais que a Língua Portuguesa oferece. As décadas de experiências do autor em seu mundo 'animal' encontram receptividade no coração meigo e carinhoso da ilustradora que com uma década de vida já descobriu o valor profundo do amor à natureza, provando que o respeito aos animais perdura de geração em geração...

Quem é José Geraldo Motta Florence? José Geraldo Motta Florence nasceu em 28 de abril de 1921 em Espírito Santo do Pinhal-SP. Sonhou em ser diplomata, mas, por razões diversas, não chegou a fazer nenhum concurso para a carreira.
Seu primeiro conto, O Equívoco, foi publicado na Revista da Semana (carioca, extinta), de 3 de janeiro de 1948. Já escrevera Terra, romance, com que participara, em 1947, de concurso promovido pela Academia Paulista de Letras. Tem, publicado, “Casa Velhas” (contos). Seu primeiro trabalho infantil publicado foi “Metrô Brasil-Japão” que alavancou o autor a se dedicar ao público infantil.
Muitos de seus contos foram premiados, tendo tido parte deles publicados em coletâneas. Possui dois romances e obra memorialística, tudo esperando oportunidade para publicação. Continua escrevendo e morrerá, sem dúvida, deixando obra inacabada.

Pinhal – A História de Nossa Cidade (DVD)
Lançamento Original: 2012
ISBN: -
Autor (a): Luiz Cláudio Campos
Tradução: -
Páginas: -
Preço: -
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Sinopse:
Em seu mais recente trabalho, o autor propõe uma nova forma de contar a trajetória de sua cidade, desde os primeiros habitantes até os fatos que culminaram em sua fundação. “A História de Espírito Santo do Pinhal” é uma inovação. O DVD, que substitui o livro impresso bem como uma opção de acompanhar a nova forma de conhecimento das novas gerações e uma maneira prática de preservar o seu conteúdo e a memória.

Quem é Luiz Cláudio Campos? Nasceu em Espírito Santo do Pinhal, formado como profissional de marketing, é ilustrador, designer gráfico e autor de livros destinados ao público infanto-juvenil. Em 1996 lançou sua primeira obra “A Grande Descoberta!” que foi reeditada e lançada em 2006, com sua nova obra “A Cor dos Olhos”. Seguindo uma nova linha de trabalho, em 2009 publicou o manual de bolso “Como Air na Hora H” em que, de uma forma bem humorada, ilustra e dá dicas aos jovens em busca de seu primeiro emprego.

Um Lugar para se Perder
Lançamento Original: 2012
ISBN: -
Autor (a): Alexandre Staut
Tradução: -
Páginas: -
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Resenha: Clique Aqui
Sinopse:
"O protagonista deste segundo romance do escritor e jornalista Alexandre Staut é um homem conformado à rotina do trabalho anódino, em repartição pública, e à vida numa cidade provinciana, mesquinha. Enredado no cotidiano sem perspectivas, resta-lhe a companhia dos livros que retira na biblioteca municipal e contemplar o movimento das ruas, as conversas que se perdem no cotidiano, fofocas que se multiplicam como poeira, sempre a partir de um banco de praça.
Desenhar mapas e planejar viagens imaginárias não o conforta, mas só amplia a angústia sem remédio, que aos poucos vai corroendo seu espírito, minando os gestos mecânicos e o convívio apagado com colegas de trabalho, espremidos “em relações cordiais, quase matemáticas”, tão estranhos como os passantes que cruzam aleatoriamente seu caminho.
A situação desse personagem arredio, ensimesmado, muda inesperadamente com um encontro, na mesma praça onde costuma se refugiar. O homem acabara de deixar o asilo da cidade e queria uma informação de passagem, algo sem a menor importância. A curiosidade, no entanto, os aproxima e o narrador se vê capturado pela história do outro, por seus descaminhos, o corpo macerado por experiências dolorosas, a voz entrecortada pelas tragadas no cigarro de palha.
Superado o primeiro momento de rejeição, aquela figura misteriosa, esquisita, revelará segredos da pequena cidade, ocultos sob o manto tranquilizador da hipocrisia. O que parecia um encontro fortuito, torna-se um momento intenso de descobertas e transformações para o narrador. O contato e o confronto com o outro trará uma nova maneira de ver a si próprio e à existência enraizada naquela cidade.
Muitas são as provocações do escritor Alexandre Staut com esta narrativa envolvente e inquietante. A começar pela crítica ao comportamento acomodado e passivo de um cidadão comum, incapaz de virar o jogo da mesmice e assumir seu papel de sujeito. Por outro lado, está o desnudamento de uma sociedade conservadora, típica do interior brasileiro.
Como nas cidades fictícias de grandes autores latino-americanos – Juan Rulfo, Gabriel García Márquez, Juan Carlos Onetti – também ocorre neste universo aparentemente tranquilo idealizado por Staut a representação de nossas mazelas e belezas". - Reynaldo Damazio

Quem é Alexandre Staut? Nasceu em Espírito Santo do Pinhal (SP), em 1973, e mora em São Paulo. Jornalista, já trabalhou como cozinheiro na Inglaterra e na França. É também autor do romance “Jazz Band na Sala da Gente” (Toada Edições, 2010).