Foto: Tatiana Holtz/Facebook
Quando a editora Novo Século anunciou os primeiros lançamentos do ano de 2012 o livro O Pássaro chamava a atenção por sua belíssima capa. Escrito pela paulista Samanta Holtz, que estava realizando o sonho de publicar sua primeira obra, O Pássaro não precisou de muito tempo para conquistar os leitores, que até então pouco conheciam do trabalho de Samanta no meio literário. Os primeiros leitores, posteriormente as primeiras avaliações positivas e por fim vários eventos literários davam cada vez mais destaque para a autora, que já no início foi considerada uma grande revelação. O indiscutível sucesso garantiu não apenas a renovação do contrato de Samanta com a editora, como também a publicação de sua segunda obra: o aguardado Quero ser Beth Levitt.

Em entrevista realizada para divulgação de seu novo trabalho, Samanta Holtz comentou sobre as mudanças ocorridas em sua carreira ao longo dos últimos meses e sobre sua inspiração para a escrita de Quero ser Beth Levitt, lançado oficialmente durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Over Shock - Samanta, muito obrigado por conceder essa entrevista para a realização da matéria especial sobre o lançamento de “Quero Ser Beth Levitt”.
Gostaria que você comentasse sobre as mudanças ocorridas nos últimos meses em sua vida profissional. Sabemos que “O Pássaro”, seu primeiro livro, foi publicado no início de 2012 e não foi preciso muito tempo para você conquistar os leitores com a emocionante história publicada na ocasião. Em algum momento você imaginou que seu livro seria tão bem recebido?
Samanta Holtz - Olá, Ricardo! Eu que agradeço a você por ter me convidado para esta entrevista! O carinho e apoio de vocês, meus parceiros e leitores, é tocante!
Eu desejava muito que “O Pássaro” tivesse boa aceitação, porém tinha consciência do quanto o mercado literário é competitivo, bem como da dificuldade de conseguir fazer meu nome se sobressair meio a tantos autores já consagrados e outros talentos que também estavam surgindo e emergindo. Ao mesmo tempo, temia a reação do público com a minha “ousadia” em criar uma história com, digamos, um final não tão clichê (rs). Estava pronta para tudo, desde uma grande aceitação até uma forte resistência dos leitores... e fiquei aliviada quando percebi que, por fim, os elementos “ousados” e arriscados para se usar em um romance de estreia vieram somar como um diferencial positivo para meu livro! Fiquei surpresa com a velocidade com que tantos leitores me conheceram e gostaram do meu trabalho, com a quantidade cada dia maior de pessoas me procurando e lendo ou querendo meu livro. Claro que é apenas o começo, ainda tenho muito a conquistar, porém fiquei feliz em ter vivido primeiros passos tão bem sucedidos com o público! Fiz a minha parte, claro, trabalhando muito na divulgação, indo a eventos, acompanhando o que era publicado a respeito de mim e do meu trabalho e tratando aos meus leitores com todo o carinho e respeito que merecem.

Over Shock - O sucesso de “O Pássaro” garantiu um contrato de longo prazo com a editora Novo Século, que publicará não apenas “Quero Ser Beth Levitt”, como também outros livros. Você considera esse um momento fundamental para o futuro da sua carreira ou muita coisa ainda precisa acontecer?
Samanta - Com certeza, é um momento fundamental! A assinatura deste contrato era um sonho... e, como todo sonho, acredito que deve ser realizado pouco a pouco, como aconteceu comigo. Foi importante eu viver a publicação de O Pássaro, a conquista do público, os primeiros eventos (dos mais cheios aos quase vazios), as críticas. Tudo isso me fez amadurecer e estar preparada para a etapa seguinte, que me deu uma base sólida para os próximos passos. Até então, minha conquista se resumia à publicação do primeiro livro – o que já era fantástico – e, quando pensava em trabalhos futuros, era incerto se eu conseguiria ou não. Agora, com o novo contrato, posso continuar escrevendo não somente por amor à escrita, como sempre foi, mas também consciente de que tenho aonde publicar! A variável que fica em minhas mãos é “como” eu vou aproveitar esses anos de contrato; pretendo dar meu máximo não somente nas criações, mas prosseguir conquistando novos públicos, participando de eventos e fazendo valer a confiança da editora que foi depositada em mim.

Over Shock - Como escritora, o que você pode prometer aos seus leitores em relação a essa parceria com a Novo Século?
Samanta - Como mencionei anteriormente, vou fazer valer os anos de contrato e a confiança que foi depositada em mim. Posso prometer aos leitores muitos livros para suas estantes e muitas emoções a seus corações :) Vou tirar da gaveta projetos antigos, como meus primeiros livros escritos e não publicados, e dar andamento a novas ideias – as quais já estão nascendo a todo vapor! Já estou escrevendo um novo romance e com outros dois em mente para iniciar em breve. Outra novidade é que, daqui a alguns anos, testarei também alguns gêneros ligeiramente diferentes do que estou acostumada a criar, os quais talvez se tornem uma série. Os textos já estão encaminhados, porém, fica para mais tarde!

Over Shock - Seu novo romance trata do balé, que particularmente acredito ter uma delicadeza quase que incomparável. Você também já disse, ao legendar uma foto, que um dia quis ser Beth Levitt. Isso significa que algum tipo de experiência própria a influenciou na criação dessa história ou na verdade aconteceu o contrário e tudo foi fruto da sua imaginação?
Samanta - Foi tudo fruto da imaginação, mesmo! A legenda da foto foi para fazer uma brincadeira com o tema, pois eu havia encontrado uma foto minha antiga, criança, vestida de bailarina em uma apresentação de dança (eu fazia aulas de balé, porém nunca tive o sonho de ser bailarina). A história não tem nenhuma inspiração em experiências ou sonhos pessoais. E você tem razão, o tema “balé” tem uma delicadeza intrínseca que combina muito com a protagonista, Amelie. Ela é a personagem mais pura e doce que já escrevi...

Over Shock - Quais são as principais semelhanças e diferenças entre “O Pássaro” e “Quero Ser Beth Levitt”? E entre Caroline Mondevieu e Amelie Wood?
Samanta - A principal semelhança é a visão das protagonistas: ambas estão em busca de um sonho. Caroline, em O Pássaro, almeja a liberdade e se dispõe a lutar por ela, a enfrentar perigos e barreiras para conquistá-la. Amelie, no novo livro, tem o sonho de encontrar seu lugar no mundo, ser uma grande bailarina (como fora a sua mãe) e encontrar um “príncipe da vida real”. Em outras palavras, ela “quer ser Beth Levitt” – sendo que Beth é uma personagem de um livro chamado “Doce Acaso” (inventado por mim... rs) que Amie adora! A diferença entre elas está na personalidade e na forma como buscarão esses sonhos. Caroline é ousada, determinada, teimosa e corajosa. Ela enfrenta todos os obstáculos sem pensar duas vezes, tudo em prol do seu sonho. Amie, por sua vez, é pacífica, meiga e aceita com mais facilidade as dificuldades que a vida lhe impõe. A busca por seus sonhos é mais sutil, ela não tem grandes ápices de ousadia como Caroline precisou ter – claro que tem alguns, mas, se compararmos a Caroline...! (risos) Quem já leu “O Pássaro”, ao ler “Quero ser Beth Levitt”, pode esperar mais da minha forma “poética” de escrever, que muitos comentaram e elogiaram; as descrições detalhadas, as emoções palpáveis ao descrever sentimentos, os segredos se revelando e surpresas mudando subitamente o rumo da história! O que encontrará de diferente é um desenrolar mais suave, com menos tensão e mais momentos românticos, daqueles que nos fazem suspirar juntamente com a personagem!

Over Shock - Existe alguma mensagem especial que você quer passar com a bela capa de “Quero Ser Beth Levitt”, tão bem produzida por Adriana Brazil? E qual mensagem você pretende passar com a história propriamente dita?
Samanta - Achei perfeita a moça da capa por ser uma bailarina em trajes mais simples e com as sapatilhas gastas em vez de uma dançarina com roupas impecáveis em uma superprodução. Amelie tem uma trajetória humilde na qual constrói sonhos e supera as perdas precoces que sofreu (por ser órfã), e achei que os elementos presentes na bailarina da capa combinam com ela! A história em si retrata algo que a maioria de nós (se não todos) se vê buscando: a realização dos sonhos e o sucesso. O que vemos muito, no mundo de hoje, são pessoas realizando essa busca através de golpes, desonestidade e “puxando o tapete” umas das outras. A trajetória de Amie nos mostra o contrário; que ações e decisões tomadas com um coração puro e sem maldade podem, muitas vezes, ser mais eficazes. Claro que ela enfrentará decepções e frustrações, não é que “tudo vai dar certo porque ela é boazinha”; no entanto, temos que nos lembrar de que, quando se trata de buscar seus sonhos e conquistar vitórias, não é preciso ser esperto, malandro, “velhaco” ou desonesto. Isso pode até trazer um resultado rápido, porém é vazio e, quase sempre, temporário. Quando você vivencia conquistas através da prática do bem e da honestidade, as vitórias podem ser mais lentas, porém são concretas e duradouras. É nisso que eu acredito, e é parte da mensagem que desejo transmitir aos leitores.

Over Shock - Por fim, o que você sente ao ver a expectativa dos leitores em relação a esse novo trabalho?
Samanta - Eu não sei se consigo colocar em palavras o quanto fico feliz ao ver que a minha ansiedade pelo novo livro é compartilhada com tanta gente! Fui recebendo esse carinho e essa torcida por todo o tempo de produção e, quando divulguei a nova capa, por exemplo, foi emocionante ver que, em questão de horas, havia centenas de comentários e compartilhamentos, pessoas elogiando, perguntando sobre o livro, enviando e-mails! Depois, vinham perguntar sobre as vendas; e, depois, sobre os autógrafos; é bom demais saber que eu não era a única ansiosa para ter o livro em mãos, para vê-lo nas livrarias, pois um escritor e suas obras nada são sem os leitores para darem vida a elas. Sem leitores que as leiam, são apenas letras impressas em páginas. Leitores que as leem apenas com os olhos, sem o coração, acompanham uma história com começo, meio e fim. Já os leitores que abrem o coração e se deixam envolver por aquele livro, esses, sim, tornam os personagens vivos e dão sentido à existência daquele livro. Sinto-me feliz e muito privilegiada por ter tantos leitores assim, cujo carinho eu já sinto e recebo antes mesmo do livro estar em suas mãos!

Over Shock - Muito obrigado pela atenção, Samanta. Gostaria de mais uma vez desejar todo o sucesso possível e revelar o quanto estou ansioso por essa leitura, já que admiro o seu trabalho.
Para encerrar, deixo o espaço para que você possa mandar alguma mensagem para seus leitores que conferirem a entrevista e/ou essa matéria especial. Muito obrigado!
Samanta - Querido Ricardo, eu que agradeço pela entrevista tão atenciosa e bem elaborada! Agradeço por estar sempre presente divulgando e incentivando não somente o meu trabalho, mas os autores nacionais em geral. Aos queridos leitores que acompanharam a entrevista até aqui, quero deixar um enorme OBRIGADA! Cada alegria que compartilho com vocês nas redes sociais é por “culpa” de vocês; se as vendas vão bem, é graças a vocês. Se o livro é bem aceito e comentado, é graças a vocês. Se eu conquisto alguma indicação ou premiação, é graças a vocês. E, se eu continuo a escrever e criar histórias... é sempre para vocês! Obrigada por me enviarem tanto carinho e darem sentido ao meu sonho de ser escritora. Um forte abraço a todos!

Clique aqui e confira a matéria Todas querem dançar como Beth Levitt.

Para um livro dividir opiniões não é preciso fugir muito do comum, por isso ao inovar no desfecho de seu primeiro romance, 72 Horas para Morrer, Ricardo Ragazzo conquistou críticas positivas e negativas. Em entrevista realizada em 2012, o autor disse que isso garante leitores que, independente da opinião, darão uma nova chance para futuros trabalhos. E a chance chegou com a publicação de A Garota das Cicatrizes de Fogo.

Também publicado pela editora Novo Século, A Garota das Cicatrizes de Fogo é a primeira experiência de Ricardo Ragazzo no urban fantasy e durante entrevista o autor garantiu que pretende continuar no subgênero da fantasia. Ragazzo, outra grande aposta da nossa literatura, comentou ainda sobre suas influências no gênero e o que o motivou a escrever sua nova obra.

Over Shock - Ragazzo, primeiramente quero dizer que é um prazer ter a oportunidade de entrevistá-lo pela terceira vez, agora para falar exclusivamente sobre o lançamento de “A Garota das Cicatrizes de Fogo”, aguardado livro que marca a nova fase da sua carreira literária.
Para iniciar essa breve entrevista, gostaria que você comentasse um pouco sobre a história do livro e de onde surgiu a inspiração para a criação dessa história.
Ricardo Ragazzo - Olá, Ricardo. Eu que agradeço a oportunidade. Você é um cara que vem me acompanhando de perto desde o início e já se tornou um amigo, portanto, é um prazer estar aqui. Na verdade, esse nem era meu segundo livro. Estava com 20% de outra história escrita quando percebi que ela ainda não estava pronta para ser contada. Enquanto lutava com a dúvida de persistir ou desistir, tive um sonho em que uma garota queimada acordava em um hospital sem cicatriz alguma. Adorei a ideia e pensei “vou fazer disso uma história”. Daí pra frente, foi  botar o cérebro pra funcionar e criar uma trama envolvente. O outro livro – aquele que parei de escrever – será minha próxima obra.

Over Shock - Mais de dois anos se passaram desde a publicação de “72 Horas para Morrer”, seu primeiro romance, e certamente houve algumas mudanças em sua vida de um modo geral, em especial como escritor. Em sua opinião, até que ponto essas mudanças te ajudaram na criação da nova obra literária? Como escritor você sente uma evolução pessoal de lá para cá ou por trabalhar com a mesma técnica isso acaba passando despercebido?
Ragazzo - Bom... Quem leu disse que o ritmo do livro foi mantido, mas a escrita está mais madura. Eu, sinceramente, não sei avaliar isso. Fico satisfeito com o que produzi quando pego uma cena minha, leio e sinto as emoções que quero passar. Com “A Garota das Cicatrizes de Fogo” isso aconteceu. O novo livro também é menos violento. O intuito do excesso de violência no “72 horas para morrer” era, de fato, impactar. Meu primeiro livro, na minha opinião, tinha que ser marcante e criei uma história polêmica por conta disso. Os riscos que corro são sempre de caso pensado, e 72HPM foi um projeto arriscado (você sabe o quanto ele é polêmico). Felizmente, agora ele esgotou e vamos para uma segunda edição com capa nova, inclusive. O AGCF já é um livro em que eu enveredei para um lado da Urban Fantasy que seu sempre gostei muito.

Over Shock - Recentemente foi publicada a primeira resenha de “A Garota das Cicatrizes de Fogo” que comenta sobre o subgênero literário da obra, o urban fantasy. O urban fantasy é um subgênero muito utilizado na nossa literatura ou os autores, assim como os leitores, estão conhecendo o gênero aos poucos?
Ragazzo - Vou te falar que essa pergunta seria muito melhor respondida pela Alê do blog Alê Lendo. Ela manja MUITO dessa área. Até por isso, sabendo que queria entrar nesse mundo, a convidei para ser minha leitora beta. Ela conhece as obras de sucesso e o público-alvo que eu queria para esse novo livro. Fiquei muito feliz – e surpreso! – com a resposta dela. Foi muito melhor do que poderia ter imaginado.

Over Shock - Ainda sobre esse subgênero da fantasia, quais foram as suas principais influências na escrita dessa obra?
Ragazzo - Minha influência sempre é o Mestre King. Ele influencia tudo que envolve minha escrita, exceto meu estilo. Sou mais objetivo quando escrevo. Jamais conseguiria escrever um livro de mil páginas (Pelo menos, acho que não). Sempre busco o melhor atalho para terminar uma cena. É uma característica minha. Quem gostou da fluidez do 72HPM, vai ficar feliz com AGCF, sem dúvida alguma. Após terminar meu livro, por recomendação da Alê, comecei a ler a série “Os Instrumentos Mortais” da Cassandra Clare. E o que eu posso dizer após ler o primeiro livro é “Vim para ficar nesse estilo”.

Over Shock - O protagonista de “72 Horas para Morrer” era um personagem complexo e por isso se tornou marcante. O que você pode comentar sobre Johnny Falco? Existe alguma semelhança entre os dois personagens? Você acha que Johnny vai conquistar os leitores tanto quanto Júlio Fontana?
Ragazzo - As pessoas comentam muito sobre o temperamento explosivo de Júlio. Ficam surpresas com as atitudes dele, e eu acho isso engraçado. Vemos coisas muito mais impactantes vindas de policiais no nosso dia-a-dia. Execuções, grupos de extermínio. O cara é pavio curto e tem um serial killer no seu encalço. Claro que ele vai fazer o que tiver ao seu alcance para salvar a filha. Jack Bauer e John McClane, baby! Kkkkk. O Johnny Falco (Só agora percebi que os dois protagonistas tem as mesmas iniciais “JF”) não tem todo esse ímpeto do Júlio, não. Mas é um cara casca grossa também. E não vamos esquecer que tem como objetivo principal encontrar a filha desaparecida. Espero que o personagem agrade a todos. Esse é um livro que tem começo, meio e fim, mas a Alê acredita que eu ficarei “refém” do Johnny Falco por algum tempo, com gente pedindo para eu escrever mais histórias sobre as aventuras dele. Quem sabe, né? Espero que sim.

Over Shock - No último ano você comentou sobre um projeto ao lado do escritor Thiago Ururahy. Além desse projeto, você já pensa em novas histórias para futuras publicações?
Ragazzo - Estávamos escrevendo o livro, mas uma série de infortúnios acabou nos impedindo de concluir a obra como livro, mas adaptamos para roteiro e enviamos como projeto para série de TV. É difícil, mas há espaço agora para, ao menos, tentarmos nos enveredar por esse mundo tão carente de coisas daqui. Comecei meu próximo livro, mas estou bem no começo mesmo. Mas posso adiantar que a história será bem diferente e meu protagonista é um cara que matou esposa e filha. Imagina o que não vem por aí? Como diz minha esposa “Se esse é o protagonista, não quero nem ver o antagonista.”

Over Shock - Muito obrigado por conceder essa entrevista, Ragazzo. Para encerrar, gostaria que você comentasse sobre como será a divulgação e distribuição nacional de “A Garota das Cicatrizes de Fogo”. Se desejar, também deixo espaço para que você mande uma mensagem para os leitores que, assim como eu, estão ansiosos pela leitura de seu novo trabalho.
Ragazzo - Ricardo, você é parceiro. Está caminhando junto comigo desde que leu o 72HPM e me procurou para falar sobre o livro. Então, eu que agradeço esse espaço de coração. Com relação ao AGCF, depois da Bienal haverá um lançamento em SP e talvez em outros locais do BR, mas essa parte está muito embrionária ainda. O livro sairá com uma bela tiragem – três vezes maior que o 72 HPM – e poderá ser encontrado nas melhores livrarias do país, além, claro, da internet. Eu pretendo ir a escolas e trabalhar o meu baralho de storytelling que visa ajudar adolescentes a criarem suas tramas e suas histórias. Quem tiver interesse em receber o Projeto Plots pode entrar em contato comigo pelo e-mail tioragas@yahoo.com.br ou pelos contatos abaixo:
Abrazzo!

Clique aqui e confira a matéria Destinos Cruzados entre Cicatrizes.

10 Comentários

  1. Ricardo, muito obrigada por postar a entrevista aqui no blog, especialmente ao lado de outro suuuper autor como o Ragazzo!!! Adorei :)

    Obrigada pelas palavras sobre mim e sobre minha carreira!

    Um abração!
    Samanta

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  2. Eu que agradeço por sua simpatia e o carinho na realização dessa entrevista, Samanta. Fico feliz que tenha gostado de mais essa postagem sobre seu trabalho.
    Abraços e novamente muito obrigado pela atenção.

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  3. adorei
    cara nunca li nada da samanta, mas ja me falaram super bem sabe
    to pensando em ler em breve.

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  4. Adorei a entrevista, e sim, já ouvi falar na autora e estou decidido a ler a obra dela. Espero gostar.


    Abraços,
    http://cacandolivros.blogspot.com

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  5. Gabriela Costa e Silva8 de setembro de 2013 14:15

    Ótimas entrevistas! Já conhecia o trabalho de Ricardo Ragazzo, apesar de nunca ter lido os livros... O da Samanta ainda não conhecia, mas me interessei bastante! Parabéns pela entrevista, ficou demais!

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  6. Uhuuuuuuuu que super entrevista;

    A Samanta parece mesmo ser muito simpática, quero muito conhecer a sua obra.
    E o Ricardo parece ser super talentoso. Esse mês ainda eu recebo o livro dele para resenhar. Espero que eu goste!


    Abraços
    www.booksever.blogspot.com

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  7. Filipe, os dois são pessoas incríveis, que admiro desde o início. Tente conhecer suas obras o quanto antes e desde já espero que você goste.
    Abraços!

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  8. Michelli Santos Prado30 de setembro de 2013 11:07

    Parabéns pela entrevista!! Adorei conhecer um pouquinho mais sobre eles =)
    Acho muito importante este tipo de post para sabermos sobre as ideias e pensamentos dos autores !!

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  9. Parabéns pelas entrevistas, Ricardo!
    Os dois autores merecem o sucesso que estão fazendo, pois são poucos os que ousam como eles. O Ragazzo já está se aventurando por outros gêneros, agora quero ver a Samanta nesse novo desafio.
    Desejo sorte aos dois!

    @_Dom_Dom

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  10. Ana Carolina Lopes3 de outubro de 2013 17:15

    Gostei muito das duas entrevistas , é sempre bom conhecer um pouquinho mais dos nossos queridos autores nacionais . A Samanta parece ser super simpática e eu quero muito ler os livros dela ;)

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