Chica da Silva é uma das personagens mais importantes da história brasileira, porém durante muitas décadas ela foi simplesmente esquecida pela população. Quando voltou a ter o seu nome na boca do povo, a escrava que viveu no século XVIII passou também a protagonizar muitas histórias na literatura, no teatro e até mesmo na televisão. Sua história sempre foi sinônimo de sucesso e agora ela volta a ser destaque em Chica da Silva: Romance de uma vida, livro de Joyce Ribeiro publicado pela editora Planeta de Livros.

Título: A última carta do tenente
Autor: William Douglas
Páginas: 128
Sinopse:
Em 12 de agosto de 2000, um acidente com um submarino nuclear russo chocou a humanidade: cento e dezoito marinheiros ficaram presos quando o submarino Kursk afundou no mar de Barents, no norte da antiga União Soviética, após duas grandes explosões causadas por falhas em seu sistema de lançamento de torpedos.
Após noticiado o acidente e o naufrágio houve grande comoção da opinião pública mundial, desejosa de que fosse constituída uma operação de resgate para salvar aqueles homens. Depois de algum atraso em aceitar a ajuda ocidental e muita pressão internacional, o governo russo finalmente cedeu e navios de várias bandeiras tentaram o salvamento. Quando os primeiros mergulhadores chegaram à carcaça do submarino, contudo, não havia mais esperança, todos os tripulantes já estavam mortos.
Após abrirem uma “janela” no casco, os mergulhadores depararam-se, inicialmente, com quatro corpos. No bolso do uniforme de um deles foi encontrada uma mensagem, uma carta que, ao contrário do que se esperava, não relatava o acidente, mas era dedicada a sua esposa. A carta relatava a agonia dos vinte e três tripulantes que permaneceram vivos por algumas horas (ou talvez até um dia) após o naufrágio do submarino, e foi redigida por tato, revelando que os últimos momentos dos marinheiros foram passados em total escuridão.
Este livro é uma coletânea dos ensinamentos, descobertas e emoções que poderiam estar escritos na carta, descoberta no bolso de um dos marinheiros mortos para sua esposa.
Título: Chica da Silva: Romance de uma vida
Autor: Joyce Ribeiro
Páginas: 192
Sinopse:
“São muitos os motivos que tornam Chica da Silva, mulher distante de estereótipos, tão relevante até os dias de hoje. Sem nenhum talento para queixar-se ou chorar pelos cantos, fosse qual fosse a dificuldade, ela seguia em frente, altiva. Não se deixava derrubar nem demonstrava sofrimento, por mais que se sentisse massacrada ou esmagada por dentro. Sua missão foi sempre viver da melhor forma, de cabeça erguida, enfrentando o que fosse necessário, e principalmente acreditando em si mesma. Era toda feita de autoestima.
Viver à luz de exemplos como o de Chica da Silva é a nossa missão. Lutar pelo amor, pelo respeito, pelo direito de sonhar. Lutar contra a servidão e o comodismo. Lutar pelo direito ao amor, em todas as suas nuances. Com a coragem capaz de inspirar homens e mulheres do século XXI, como eu, como você, como todas as pessoas que nos cercam” — JOYCE RIBEIRO.
Título: Leite em pó
Autor: Marina Filizola
Páginas: 224
Sinopse:
Vi esta escritora nascer. Do pó. Das cinzas. Com que garra. Com que unha e língua. Marina Filizola chega. A este primeiro e contundente livro. Vem. E solta o verbo. A verve raivosa. Doa a quem custar. Custe a quem doer. Não escreve mansa. A gata. Não lambe a cria. Ninguém escapa de sua prosa. Nem ela mesma. A própria. Acaba virando objeto de seu olhar. Aguçado. Impiedoso. Bem-humorado. É uma escrita que enxerga longe. Avante. Por dentro. Há muito tempo eu não via uma contista deste jeito. Dando vexame. Viciada em monólogos ritmados. Frenéticos. Quer seja para falar da noite pauleira-paulistana. Ou para narrar o inferno que é a maternidade. Ave! Não tem quem segure essa mãe. Antes de mais nada, mulher. Coirmã, me parece, de autoras como Ivana Arruda Leite. Bebendo – e como bebe – na mesma fonte da Rê Bordosa, personagem clássico de Angeli. Filizola é, sim. Uma figura animada. Quase uma caricatura. Um borrão no espelho. Digo aqui, é claro. De seu texto. Único. Livro este para se ler numa sentada. Essa verdadeira crônica da vida privada. E tão coletiva. Não é todo dia, repito. Em que aparece uma força assim. Na literatura brasileira. Bem-vinda a este “mundinho”, companheira.
Título: Made in Macaíba
Autor: Miguel Nicolelis
Páginas: 312
Sinopse:
Ninguém duvida da competência de Miguel Nicolelis. A comunidade científica internacional e as principais revistas do mundo o apontam como um dos maiores ícones da neurociência da atualidade. Mas muitos o questionaram quando ele voltou para o Brasil decidido a ensinar e fazer ciência em uma das áreas mais pobres do Nordeste. Ele próprio dizia estar diante de uma utopia.
O livro Made in Macaíba – a história da criação de uma utopia científico-social no ex-império dos Tapuias é uma lição de vida e de empreendedorismo de quem continua acreditando no Brasil. Nicolelis não só construiu o Campus do Cérebro, que mudou o cenário de uma enorme comunidade carente, mas vem incentivando milhares de crianças a estudar, a acreditar que as oportunidades existem para todos.
Inspirado no primeiro grande cientista brasileiro, Nicolelis quer abrir caminho para que apareçam outros Santos Dumont país afora. Resgatando a história, ele conta neste livro como isso é possível.
Título: Minha vida com meu pai, Leonel Brizola
Autor: João Otavio Brizola
Páginas: 288
Sinopse:
Minha vida com meu pai, Leonel Brizola conta em detalhes a vida de Leonel Brizola sob o ponto de vista de seu filho, João Otávio. Não é uma daquelas biografias “chapa branca”, onde sobram elogios. Da forma mais imparcial possível, João revela como era o seu pai no cotidiano. Não perde tempo enumerando suas grandes obras e conquistas – embora tenha orgulho delas. Afinal, o gaúcho foi o único político a se eleger governador por dois estados diferentes: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Amado por muitos, odiado por outros, ele é considerado o herdeiro político de dois ex-presidentes do Brasil, Getúlio Vargas e João Goulart.
Filho de camponeses pobres dos pampas, Brizola formou-se em engenharia, casou com Neuza Goulart, irmã do ex-presidente, e teve Getúlio como um de seus padrinhos. João Otávio lembra como foram os primeiros anos do pai como político, esmiuçando momentos marcantes como o suicídio de Getúlio e o movimento legalista, liderado por Brizola para empossar Jango na presidência após a renúncia de Jânio Quadros. Íntimo tanto do pai quanto do tio, como nenhum de seus irmãos ou dos filhos de Jango foi, João narra em detalhes os questionamentos que um fazia ao outro. Em especial, conta como foi o golpe militar de 1964 e a tentativa de Brizola, barrada pelo próprio Jango, de retomar o movimento legalista para manter o presidente/cunhado no poder.
Emocionante também são os quinze anos da família no exílio, onde, mesmo estando longe de tudo, Brizola continuava ausente da vida dos filhos, sempre pensando em política. A volta ao Brasil, a criação do PDT, o governo no Rio, a candidatura à presidência e a relação com a família Marinho são outros pontos fortes deste livro. Mais do que uma biografia, tem-se um retrato dos últimos sessenta anos do país.
Título: O médico da humanidade e a cura da corrupção
Autor: Augusto Cury
Páginas: 256
Sinopse:
A humanidade, em particular o Brasil, está em chamas devido à corrupção. Mas como ela se instala na mente humana? Todo ser humano tem vampiros mentais capazes de asfixiá-lo, como o orgulho, a ira, a inveja, o ciúme, a dissimulação, a ambição e a necessidade neurótica de ser o centro das atenções. Esses vampiros costumam ser imperceptíveis aos hospedeiros, embora os destruam.
Este impactante romance histórico-psiquiátrico mostra como esses vampiros se alojaram na mente de um poderoso político, um líder considerado incorruptível. O homem rejeita a ideia de estar doente até deparar-se com o misterioso H, o médico da humanidade. Para diagnosticar suas fraquezas, H o leva a viajar pela história e a conhecer a formação da personalidade do sociopata Hitler, a prática da guilhotina na Revolução Francesa, a negação de Pedro a Cristo, o julgamento de Sócrates. No decorrer dessas viagens incríveis, o líder fica assombrado ao descobrir que está sangrando pelos vampiros da corrupção.
Título: O Nazista e o Psiquiatra
Autor: Jack El-Hai
Páginas: 320
Sinopse:
“Kelley seguiu os nazistas para o presídio de Nuremberg. Suas novas ordens eram avaliar a saúde mental dos vinte e dois homens de maior escalão para se defrontar com a Justiça no julgamento vindouro. Suas experiências com os nazistas em Mondorf, e com Göring em particular, continuavam a fazer com que seus pensamentos fossem muito além das preocupações de seus deveres de oficial. Haveria uma falha mental comum a todos aqueles prisioneiros? Eles compartilhariam de um distúrbio psiquiátrico que os fizera participar das monstruosas ações do Terceiro Reich? Trabalhar entre aqueles alemães fez com que Kelley ficasse pensando se ele conseguiria responder às perguntas prementes que ocupavam seu cérebro. Talvez seu estudo científico das mentes daqueles homens pudesse identificar um fator significativo que seria útil para a prevenção da ascensão de um futuro regime nazista semelhante. A necessidade era urgente. Sem sanção oficial, Kelley estava desenvolvendo um plano para explorar os recantos psicológicos do cérebro dos líderes nazistas prisioneiros”.
Título: O reino selvagem
Autor: Simon David Eden
Páginas: 320
Sinopse:
Quando Will-C, o gato de estimação da adolescente Drue, desaparece, ela não imagina que seu sumiço tenha a ver com uma iminente revolução, tramada nos recônditos das florestas de todo o mundo. O reino animal declara guerra aos humanos que, por séculos, destroçaram o que lhes é mais caro: o meio ambiente, o seu habitat, a sua casa.
Nesse imenso e intenso conflito de proporções globais, os pets ficam numa encruzilhada quando precisam escolher o lado a apoiar: se o dos seus donos, dos homens, ou dos seus colegas naturais, os animais.
Se o peludo e simpático Will-C tem dúvidas de que partido tomar, sua devotada e amorosa dona sabe muito bem o que precisa fazer: resgatar seu querido amigo e companheiro.
Reino Selvagem vai além de uma aventura animal de proporções épicas e fantásticas, é a história de um amor verdadeiro, que irá emocionar, alertar e inspirar humanos, donos ou não de animais de estimação.
Título: Paixão Índia
Autor: Javier Moro
Páginas: 392
Sinopse:
A jovem Anita Delgado era bailarina na Espanha, no início do século XX, quando um marajá indiano se apaixonou por ela, lhe deu um palácio e a transformou em princesa – mas não em sua única mulher.
Depois de chegar à cidade de Kapurthala sobre um elefante luxuosamente adornado, a nova princesa descobriu que aquele aparente conto de fadas não transcorreria sem o inevitável choque cultural entre dois mundos que se mostravam mais diferentes do que ela imaginava.
As outras mulheres do marajá e seus súditos viam em Anita uma ameaça à tradição hindu, e a jovem, apesar de cercada de conforto e riqueza, vivia na mais completa solidão. Determinada, porém, ela se manteve no lugar que acreditava ser o seu – até seu coração começar a bater de maneira diferente.
Javier Moro realizou pesquisas detalhadas, tanto na Europa quanto na Ásia, para construir uma narrativa minuciosa da relação do casal, que deu origem a um dos maiores escândalos da Índia inglesa.
Título: Que ninguém nos ouça
Autor: Leila Ferreira e Cris Guerra
Páginas: 240
Sinopse:
“Doçura, inteligência, graça, suavidade – lembra? Também imaginei que estivessem em extinção, mas descobri que seguem vivas nas páginas de Que ninguém nos ouça. Não que seja uma literatura para mocinhas inocentes: o assunto muitas vezes é barra. Nem Leila, nem Cris saltaram de um conto de fadas. Porém, mesmo quando confidenciam a parte trash de suas trajetórias, a delicadeza continua mantendo o tom. Amargas? Nem que quisessem. Nem que tentassem. É o único talento que elas não têm.
Duas mulheres incomuns e com experiências singulares: só pelo voyeurismo consentido, já valeria dar uma espiada nessa troca de e-mails entre as duas. Porém, basta abrir a primeira página para perdermos a ilusão de que teremos algum controle sobre a leitura. É a Leila e a Cris que seguram o leitor nas mãos: fisgado e rendido, ele ficará preso até a última linha, quando então retornará à vida acreditando novamente na espécie humana” MARTHA MEDEIROS.
Título: Se eu pudesse viver minha vida novamente
Autor: Rubem Alves
Páginas: 160
Sinopse:
Se eu pudesse viver minha vida novamente...
Neste livro, Rubem Alves viaja no tempo e no espaço. Lança o olhar sobre os sonhos, sobre as perdas e ganhos, detendo-se nos pequenos detalhes que fazem toda a diferença, recorrendo a memórias ora felizes ora dolorosas, quase sempre com um toque de nostalgia que não é arrependimento, mas sim uma saudade gostosa de algo vivido em plenitude.

2 Comentários

  1. Olá Ricardo!
    Quanta coisa boa vai ser lançada pela Planeta. Os que mais me interessam foram Reino Selvagem e Paixão Índia.
    Beijos! :3

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  2. Oi, Ricardo!
    A Última Carta do Tenente parece TÃO triste.
    Mas eu gostaria de ler.
    De todos os que você colocou no post, foi o que mais me chamou a atenção.
    Augusto Cury eu só li O Vendedor de Sonhos e nunca mais quis olhar para cara dele, tanto detestei, hahaha.

    Beijoooos

    www.casosacasoselivros.com

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