Outro conto sombrio dos Grimm, Adam Gidwitz, tradução de Rodrigo Abreu, 1ª edição, Rio de Janeiro-RJ: Galera Júnior, 2016, 352 páginas.
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Aqui muitas coisas são diferentes do que você está imaginando, então não pense que já conhece essa história. Talvez você conheça João, porém não deve imaginar que a sua prima Jill é uma princesa, tampouco o que de fato acontece quando os dois juntos sobem em um pé de feijão para encontrarem com gigantes e procurar por um artefato mágico. E ao refletir sobre essas histórias você tem apenas duas opções: acreditar que tudo acaba por aí ou que muitas coisas sangrentas e horrorosas podem aparecer no caminho de João e Jill.

Acertou quem escolheu a segunda opção.
“Lá no alto, as primeiras estrelas tinham acabado de começar a aparecer no céu. As lágrimas que caíram no poço agitaram a superfície da água e, com isso, o reflexo das estrelas. Agora, talvez você saiba e talvez não, mas essa é a única forma de acordar as estrelas. E foi o que aconteceu” (pág. 26).

Organizado por Italo Moriconi, o livro Destino: Poesia é um dos principais lançamentos da editora José Olympio. A obra reúne cinco dos maiores nomes da poesia marginal produzida no Brasil na década de 70, entre eles Paulo Leminski e Ana Cristina Cesar, autora homenageada na Flip 2016.

Título: A morte de Deus na Cultura
Autor: Terry Eagleton
Páginas: 224
Sinopse:
Neste instigante A morte de Deus na cultura, Terry Eagleton investiga as contradições, dificuldades e significados do desaparecimento de Deus na era moderna.
Terry Eagleton é filósofo, professor e um dos maiores nomes em crítica literária no mundo. Leciona literatura na Universidade de Lancaster, onde é professor emérito, e na Universidade de Notre Dame.

Bojabi: A árvore mágica, Dianne Hofmeyr, ilustrações de Piet Grobler, tradução de Carolina Maluf, 1ª edição, São Paulo-SP: Biruta, 2013, 26 páginas.
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Essa é uma resenha diferente. Apesar da dificuldade de falar sobre livros infantis, poderia me esforçar para escrever uma resenha tradicional, em que destacasse os pontos positivos e negativos da obra. No entanto, ela trouxe uma experiência inesquecível e consequentemente isso me obriga a dividir com meus leitores o quão delicioso pode ser transmitir o gosto pela leitura aos mais jovens.

A escolha por Bojabi: A árvore mágica foi com uma única intenção: atender uma escola que me convidou para contar histórias aos alunos do primeiro ano do ensino fundamental. Em um primeiro momento isso poderia ser apenas uma visita a uma escola, porém o que aconteceu superou as expectativas e sai renovado do meu encontro com os alunos, em parte pelo carinho que os pequenos sempre demonstram e também por perceber o encanto dos mesmos com as histórias de um modo geral.

Em seu livro, a sul-africana Dianne Hofmeyr conta uma das versões de uma história muito conhecida na África, narrando a aventura de alguns animais que tentam a todo custo se aproximar de uma árvore mágica carregada de frutos vermelhos e maduros que exalam o aroma das mais doces mangas, que são gordos como melões e suculentos como tâmaras. O problema é que uma píton está enrolada em volta do tronco, dizendo que sairá de lá apenas quando os animais descobrirem o nome da árvore mágica.

Não fale com estranhos, Harlan Coben, tradução de Marcelo Mendes, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2016, 304 páginas.
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Apenas algumas palavras ditas por um estranho, em um bar qualquer, foram capazes de destruir a vida de Adam Price. Assim, de uma hora para outra, tudo o que ele acreditava sobre a sua família, e especialmente sobre sua esposa Corinne, se desmoronou, colocando uma pulga atrás de sua orelha que o obrigou a ir atrás de respostas que, para sua infelicidade, mostraram que todas as revelações eram incontestáveis.

Ao confrontar Corinne, ele percebe que a imagem de sua esposa, criada por ele com perfeição, tinha grandes falhas e isso o leva a uma investigação por conta própria, onde acaba se envolvendo em mentiras, chantagens, assassinatos e motivações que vão além de interesses próprios.
“As palavras chegavam até Adam como murros de um pugilista, atordoando-o, debilitando-o, deixando-o trêmulo e zonzo, pronto para receber do árbitro a contagem protetora dos oito segundos. Sua vontade era reagir, esmurrar o filho da puta por ter ofendido sua mulher daquela maneira, agarrá-lo pela camisa e arremessá-lo para o outro lado do salão. Mas não foi o que fez” (pág. 10).

A série Os Bridgertons conquistou uma legião de leitores apaixonados por romances de época, mas após o sucesso de todos os livros, escritos por Julia Quinn, chegou a hora de se despedir das personagens da principal série do gênero publicada pela editora Arqueiro. A caminho do altar, oitavo e último livro dos Bridgerton, chega às livrarias para narrar a história de Gregory Bridgerton, o homem mais novo família.

Em junho a editora preparou também o lançamento de A garota italiana, livro independente da escritora Lucinda Riley — que estará no Brasil na próxima Bienal do Livro de São Paulo —, e Meio rei, primeiro título da nova série escrita por Joe Abercrombie.

Título: A caminho do altar
Autor: Julia Quinn
Páginas: 320
Sinopse:
Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece.
O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la.
Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele?
A caminho do altar, oitavo livro da série Os Bridgertons, é uma história sobre encontros, desencontros e esperança no amor. De forma leve e revigorante, Julia Quinn nos mostra que tudo o que imaginamos sobre paixão à primeira vista é verdade – só precisamos saber onde buscá-la.